Dedico-me à educação e à promoção dos direitos humanos. Com base em perspectivas feministas e inclusivas, busco promover espaços para questionar desigualdades estruturais e valorizar a diversidade e a pedagogia crítica. Exploro temas como gênero, branquitude e pedagogias dissidentes, também procuro inspirar reflexões e mudanças através do amor como ação política.
No nosso Brasil tão plural, o cuidado deve ser universal. Receber cuidado é um direito e uma necessidade de todas as pessoas. O cuidado sustenta a vida e o bem-estar da sociedade. Sem os trabalhos de cuidado, a economia paralisa e as instituições deixam de funcionar. No nosso Brasil tão plural, o cuidado é essencial. Do serviço doméstico às limpezas, dos cuidados de saúde ao apoio social, cuidar dá trabalho. No entanto, os trabalhos de cuidado permanecem quase invisíveis e, muitas vezes, só podem ser percebidos quando não são realizados. São muitos os desafios para o cuidado no século XXI. E são as mulheres que concentram os trabalhos do cuidado. Todas as pessoas têm o direito de cuidar. Direito de ser cuidada. Direito ao autocuidado. Por isso, é preciso inovar. Vamos colocar a inovação a serviço do cuidado, para que ele seja parte de um projeto de justiça social, econômica, afetiva e cognitiva. Inovar para construir uma sociedade mais justa e inclusiva, que cuide das pessoas, do país e do planeta. Para que o cuidar seja uma ação coletiva e comunitária e deixe de ser uma tarefa que sobrecarrega as mulheres. Afinal, cuidar é verbo transitivo. E não tem gênero.
O cuidado é um desafio público que cabe a todas/os nós.
Este é o chamado da Profe Rosa
Para todas as pessoas. Com todas as pessoas. Nos vemos por aqui!
Palestra Lufe: Como realizar um documentário LGBT+ independente
Sinopse:
O cineasta Lufe Steffen comenta seu trabalho como realizador independente, sempre trabalhando com a temática LGBT+, em todos os seus longas-metragens documentais, que são 3: “A Volta da Pauliceia Desvairada” ( 2012 ), “São Paulo em Hi-Fi” ( 2016 ) e “Uma Breve História da Imprensa LGBT+ no Brasil” ( 2024 ). Durante a conversa, o diretor relata a trajetória desses filmes, desde a ideia até a distribuição, passando pela captação de recursos e pela fase de produção. O objetivo é dividir essa experiência com os ouvintes, gerando reflexões para que novos aspirantes possam buscar seus próprios caminhos.
Cineasta Lufe Steffen comenta seu trabalho como realizador independente
17 de março
Topa orientar nosso TCC?
Mutirão na Horta
Toda quinta-feira
Como realizar um documentário LGBT+ independente
Exibição do documentário São Paulo em Hi-Fi
São Paulo em Hi-Fi
( 2013, 100 minutos )
Classificação : 16 anos
Direção Lufe Steffen
Documentário histórico que resgata a era de ouro da noite LGBT paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 70 e 80 – a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até os vilões: a ditadura militar e a explosão da aids, que marcou o fim dessa era.